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Blog de AlGo

De mim, da vida... de tudo.

Polémica: Padaria Portuguesa

Nova publicidade gratuita polémica em torno da Padaria Portuguesa.

 

Desta vez, a padaria deitou fora bolos rei e as redes sociais estão a rubro.

Exagero!! (para variar)


Aviso que não sou fã da Padaria Portuguesa e que até desejo que o seu sócio polémico (e os outros se partilharem a opinião dele) se torne, alérgico ao glúten, mas esta história dos bolos é estúpida, hipócrita e fica mal a toda a gente.

 

Ninguém deita bolos fora daquela forma, o que me faz parecer que alguém foi ao lixo buscar os bolos e os "acastelou" naquele caixote

 

Quem por estes dias não desperdiçou comida atire a primeira pedra, por isso não me venham com histórias de moral.

 

Bolos rei não matam a fome a ninguém, ainda para mais numa altura em que toda a gente dá bolo rei a toda a gente.

 

Se é mau? É, claro que sim. Deitar comida fora é sempre mau, mas não é o dramalhão que estão a fazer e se não fosse aquele cenário tão bem montado, ninguém ligava.


Posto isto, o dono da Padaria também pode ser alérgico à lactose, só para completar.

Gera polémica: Donas de casa #1.1

Há quem defenda que uma dona de casa trabalha o dobro das outras mulheres. Há até quem defenda que deviam ser pagas, penso que pelo Estado, porque não estou a ver quem mais lhes pagaria.

Estou a falar de mulheres que abdicam de um trabalho, de uma profissão, para ficar em casa a cuidar da família e das lides domésticas.

O que penso disto?

TRETA

 

Não quero ofender ninguém e a casa dá muito trabalho, eu sei, mas não deviam ser pagas para isso nem têm o dobro do trabalho das outras mulheres.

 

Pelo contrário, penso que têm metade do trabalho de muitas.

 

Esquecem-se as pessoas que compõem o "sindicato das fadas do lar" que as outras mulheres, as que trabalham fora, também têm uma casa?
A haver um subsídio para donas de casa, ele teria que acrescer ao ordenado que as outras mulheres recebem do patrão. Ou seja TODAS as mulheres receberiam um subsídio extra ou, na loucura, o Estado pagaria uma empregada doméstica para cada família.

 

E fala-se em mulheres, donas de casa, mães de família... acaso sabem que os homens também têm casa, filhos, tarefas domésticas... Se alguns não as fazem, deviam fazer. Muitos não os fazem por culpa das mulheres, mas isso daria (dará!?) outro post.

 

Ser dona de casa é bom, é bonito, não tenho nada contra, mas é uma opção e reduz, significativamente, a carga de trabalho de quem a toma. É que ter o dia inteiro para cuidar da casa, dos filhos, dos cães, gatos e plantas é muito melhor do que ter que tirar umas "horitas" a essas tarefas para ir fazer pela vida (pelo salário, vá) num emprego com horários e chefes. É que depois da jornada laboral, a maioria das pessoas ainda continua a ter casa, filhos, cães, gatos e plantas para tratar. 

Pessoas em geral, não mulheres em particular.

Gera polémica: Donas de casa #1

Digam de vossa justiça: Uma dona de casa trabalha o dobro das outras mulheres?

É uma opinião de muita gente, há até quem defenda que deviam ser pagas. Note-se que estou a falar de mulheres que abdicam de um trabalho, de uma profissão, para ficar em casa a cuidar da família.

 

A minha opinião já está escrita e pré-publicada, o post sai quarta feira, dia 1 de fevereiro, ao meio dia, mas queria ver as vossas opiniões antes, numa espécie de rubrica (Gera Polémica) onde partilho as minhas opiniões que, algumas vezes, podem ir contra a corrente.

Gera polémica: Cartão de Cidadão /Cartão de Cidadania?

O que acho de trocar o nome de Cartão de Cidadão para Cartão de Cidadania?

 

Uma grande estupidez.

 

Por definições de linguagem, a "masculinização" dos plurais facilita a vida das pessoas.

 

Eu digo:

- "os meus colegas", e são mais mulheres que homens.

- "os meus amigos", "os meus tios"... diria "os meus irmãos" se os tivesse.

         

     Por isso não me incomoda nada dizer que tenho um cartão de cidadão, um cartão de eleitor e que sou um dos funcionários da minha empresa, um dos primos dos meus primos... um dos cidadãos do meu país.

 

Proteção a mais cheira a sentimento de inferioridade e eu não tenho disso.

 

Só espero que, a haver alteração, seja feita aquando da normal renovação dos cartões e não "por decreto" e com custos, para o Estado e para cada um de nós.

 

De mim, da vida... de tudo!

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