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Blog de AlGo

Por Alexandra Gomes

Blog de AlGo

Por Alexandra Gomes

Deixem as pessoas em paz

14.01.20

Quando estamos de férias, de fim-de-semana, vamos ao cinema, a um bar, às compras que seja, gostamos de não ter que pensar em trabalho. Imaginem o que seria uma pessoa nos seus momentos de lazer estar sempre a ser incomodada pelos seus clientes, utentes... ou chefes até.

Uma chatice, né?

É o que vivem os "famosos". Foi o que levou Raquel Tavares a abandonar a carreira.


Temos o direito de pedir de um cantor mais do que cante?

Um ator tem que nos dar mais do que a representação?

Porquê? 

Fica a questão, para um dia refletir.

Restaurar a fé na humanidade aos bocadinhos

06.11.19

Por certo se lembram do IRA, um grupo de Intervenção e Resgate Animal, muito falado aquando de uma "reportagem", ainda com muito por explicar, da TVI. 

Já conhecia o grupo e o seu trabalho, o que me fez descrer na maioria das acusações então proferidas e que, qualquer olhar mais atento, percebia ser informações manipuladas para servir um objetivo que, esse sim, ainda está por explicar.

Desde essa altura, o IRA tem continuado a intervir em muitos casos com animais e foi amplamente noticiada a sua ajuda no caso da Bebé Matilde e nunca mais se ouviu falar da acusação de terrorismo... Aguardo que se fale, porque o caso não está fechado

Hoje, queria-vos falar de uma das mais recentes intervenções.

Há cerca de um mês foi apresentado na página o caso de um sem abrigo que deambulada pelas ruas de Lisboa com a sua cadela. Pedia-se alimentos para o animal, roupa e medicamentos para o homem.

O IRA andou à procura deles e encontrou-os. Alimentou-os e deu-lhes agasalhos, mas não parou. Para além de tudo o que era necessário para a Kaya, a cadela, encontrou abrigo temporário para ambos, trabalho para o homem e ontem anunciou que o Vítor e a sua cadela têm finalmente uma casa. Continuam a precisar de ajuda, mas têm um abrigo, ânimo para começarem uma vida nova e,  muito importante, dignidade.

Podem ver a atividade do IRA na página do Facebook e conhecer mais "ações de terrorismo" que todos os dias apresentam.

 

Comentadores gerais sobre tudo e coisa nenhuma

05.09.19

... na televisão.

 

Têm uma opinião sobre tudo, mais ou menos como eu aqui no AlGo, mas com a diferença que ninguém me paga e eu não tenho a pretensão de influenciar ninguém.

 

Gosto quando as televisões levam um especialista de determinado assunto a comentar esse assunto. Ver a coisa de forma científica ou mais profissional é bom, agora eu quero lá saber o que o Marques Mendes (porxemplos) pensa sobre o que quer que seja...

 

Chateia-me deveras quando os ouço dizer coisas como "para que os nossos espetadores percebam"...

Oh senhores, se calhar já percebemos.

Podemos não ter a mesma perceção da cena, talvez porque pensamos diferente, e olhe que tenho para mim que isso é bom, agora perceber, a maioria já percebeu.

 

O que me preocupa é que já se fez assim um Presidente da República e temo que estejam mais a ser construídos dessa forma.

A culpa do que está a acontecer ao Ângelo Rodrigues é vossa

29.08.19
Sim vossa, pessoas que criticam as banhas da Dona Dolores, o duplo queixo da Jessica Athayde e o facto da Carolina Deslandes nunca mais se recompor dos partos.
 
Vossa, dos que ridicularizam a vizinha que veste um biquíni com aquele corpo.
 
Vossa, que dizem que tomara muitas de 20 terem o corpo da Sharon Stone.
 
 
A culpa é vossa, dos que acham que ter um corpo perfeito é o que fica bem nas fotos, mesmo que por dentro esteja podre.
 
 
É triste, é muito triste.
 
 
Todos os nomes usados neste texto são meros exemplos e podem ser trocados por outros.
A culpa, continua a ser vossa.

 

Grandes badalhocos

18.07.19

Quão triste é um país que precisa de uma lei que dissuada as pessoas a deitar lixo para o chão?

Quão badalhoco é preciso ser para, recorrentemente, deitar um pedaço de lixo para o chão, como se fosse tão natural como respirar?

 

Acho que é uma lei que nasce morta, porque é muito difícil de fazer cumprir, por isso apostaria na educação...

...nem que fosse a "educação" à chapada.

 

"Àh e tal, não há cinzeiros..."

Ide-vos lixar.

Não fumem onde não há cinzeiros.

Também não há retretes pela rua e não é por isso que a malta anda por aí a fazer o "número 2" em todo o lado. O "número 1" alguns fazem, mas são badalhocos como os das beatas.

 

Quatro horas de comboio

01.07.19
... duas para lá e duas para cá.

Sozinha pela primeira vez, e as primeiras vezes são sempre marcantes.

 

Isto para estar umas seis horas, mais coisa menos coisa, com pessoas que nunca tinha visto ao vivo mas que conheço "desde sempre". Sei mais delas do que da maioria das pessoas com quem convivo regularmente, preocupo-me com elas e alegro-me com elas, acho que é o que se chama ser amigo. Elas sabem mais de mim do que a maioria das pessoas que me rodeia.

Não tenho muitos, mas estes fazem parte da conta e não é só por me terem recebido em casa como se fosse da família e por terem feito o sacrifício extremo de me apanhar e deixar na estação quando podiam estar... "num sítio péssimo". São meus amigos porque gosto muito deles e já nem me lembro muito bem como era antes deles existirem na minha vida, simplesmente parece que sempre aqui estiveram. 

 

Ficou a faltar gente, mas "temos pena"!!... até porque somos pássaros... Preferiram ir trabalhar e tratar de cenas, nós aproveitamos por eles.

 

Tudo começou no SAPO e, no sábado, tive a confirmação real do que já sabia: os blogs têm gente dentro. E é boa gente (alguns, pelo menos).

 

Foi um dia feliz. Curto, mas feliz.

Como diz o outro "soube-me a pouco e portanto... soube-me a tanto".

 

 

Não vou dizer que houve pouca roupa vestida, para não acharem que somos uns badalhocos. Nós tomamos banho.

 

Oh! Dylan!

05.03.19

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Luke Perry

1966 - 2019

 

Ontem revisitei a adolescência, com nostalgia e alguma tristeza.

 

O Dylan era a minha personagem preferida de "Beverly Hills 90210", a "febre" que me prendia à televisão num tempo em que ainda não se "andava para trás" e tinha-se mesmo que ver o episódio à hora que dava. Eu ficava em casa para ver.

Por causa dele, comprei várias "Bravo" em Alemão pelos posters e os recortes e comi mais "bollycaos" do que queria (não gosto muito) por causa do autocolante da série.

 

Tantas memórias na hora do adeus a um ator que morreu cedo demais.