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Blog de AlGo

De mim, da vida... de tudo.

Conheço uma pessoa que tinha uma cadela

Simpatizava com a pessoa e com a cadela, "trocávamos cromos" da rafeirice dos nossos cães.

 

A pessoa contou que a rafeira foi para casa dos pais porque era muito difícil tê-la num apartamento.

Não posso dizer que fiquei contente, mas como ficou em família relevei.

 

A pessoa contou-me que já tem uma "mascote" nova.

É uma cadela de raça. Comprada. De porte médio como a outra.

 

Continuam a viver num apartamento.

Se vos disser que odeio a pessoa não estou a exagerar.

 

 

Ainda as tatuagens

Para mim, pior do que fazer uma tatuagem sem significado, é fazer uma com um significado demasiado específico: O nome do namorado (marido, companheiro...)

É que esses passam e a tatuagem fica, se é que me faço entender.

 

Conheço uma pessoa que ou vai reduzir as possibilidades de encontrar o amor em homens que se chamam Asdrubal*, ou vai ter que começar a pensar numa forma de tapar/apagar/esconder aquela porcaria que fez no braço.

*não é Asdrubal, mas é um nome igualmente raro.

Pessoas, a sério #1

... é muito chunga ocuparem uma mesa (na praça dos restaurantes dos centros comerciais) quando ainda não têm comida (e vão à vez buscar os vossos almoços) enquanto pessoas já com os tabuleiros na mão desesperam por um lugar.

 

Civismo precisa-se!!

Está tudo doido?

... ou sou eu?

 

Ela - Os adultos não comerem carne é ao menos, pior é quando arriscam com crianças. As crianças precisam de carne (discutível), de leite (só das próprias mamãs)... e das vacinas. Não darem vacinas é que me põe doida.

Eu - Quem não dá vacinas?

Ela - Os "végãs".

Eu - Uma coisa não tem nada a ver com outra.

Ela - Vai dar tudo ao mesmo.

 

E com isto eu começo a ter dúvidas se realmente as vacinas não afetam a mioleira da malta...

Não sou racista

Se a seguir à afirmação vier um "mas" é sempre de desconfiar, por isso não vou usar um "mas" e vou-me servir de um "apesar disso"...

Apesar de não ser racista, dou por mim a ver noticiários de Angola e Moçambique (tenho que o fazer, não é passatempo) e a pensar: estas pessoas são... diferentes.

Estranhas.

 

A festa que fazem porque foram inaugurados 100 metros de estrada em terra batida para juntar aos quilómetros esburacados do resto da via.

 

O tanto que louvam um governante porque levou a água a uma aldeia, mesmo que seja só uma torneira no meio de um largo.

 

A birra que os faz passar a noite junto a uma ponte que está a cair aos pedaços mas que não querem que seja encerrada porque terão que fazer uma viagem de mais 20 minutos. VINTE minutos.

 

O facto de deterem uma mulher que agrediu o marido com uma catana, algemarem-na mas não lhe retirarem a catana da mão. Ela e a vítima prestam declarações à televisão ali, à porta da esquadra, ele todo "empanado" mas pronto a perdoar, ela arrependida mas ainda armada.

 

Somos todos diferentes, é verdade, mas ali o atraso civilizacional é tão gritante que me entristece. 

Em terras tão ricas, as populações continuam a ser vítimas de uma colonização absurda e de uma descolonização atabalhoada, de uma guerra demorada demais.

 

Não sou racista. Ponto.

Sei que o que faz essas pessoas serem diferentes é a sociedade em que estão inseridas, a cultura, a forma de viver... mas não deixa de ser triste que não tenham acesso a tudo o que nós, na Europa, temos.

Principalmente, acesso ao conhecimento.

 

 

Nutricionistas ou publicitárias?

Seguia várias nutricionistas no Facebook, das famosas que têm livros... por vezes tinham dicas saudáveis e apetitosas e eu gostava de ver.

Deixei todas.

Tornaram-se montras de publicidade para marcas de alimentos, muitas vezes "espezinhando" o diploma com sugestões que todos sabemos ser pouco saudáveis. 

Sumos de pacote, alimentos processados, bebidas gaseificadas e açucaradas... há de tudo.

 

Desde que lhes paguem, não há-de tardar e uma anda a afirmar que afinal, um pacotinho de açúcar branco por dia, nem sabe o bem que lhe fazia.

 

Depois do Congresso dos Nutricionistas ser patrocinado pela McDonald's e a Coca-Cola, já nada me surpreende nesta área.

A área do marketing, claro.

 

 

De mim, da vida... de tudo!

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