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Blog de AlGo

De mim, da vida... de tudo.

Filme ao Sábado #Inspirador

Podiam ser tantos, mas lembrei-me de "O Bom Rebelde"

"Will Hunting (Matt Damon) é um jovem conflituoso e não muito sociável que trabalha como empregado de limpeza numa escola tecnológica em Massachusetts. Nas horas vagas Will resolve equações matemáticas sem ninguém saber. Um dia, Lambeau (Stellan Skarsgard), um conceituado professor da escola, descobre a capacidade de Will e percebe que ele é um génio matemático. Entretanto Will é detido pela polícia por espancar um homem e Lambeau decide assumir a responsabilidade da sua libertação. Em troca Will tem de participar nos trabalhos do professor e seguir um programa de terapia psicológica que o leva a conhecer Sean McGuire (Robin Williams), um analista em crise emocional devido à morte da mulher." (texto daqui)

Inspira-me ao auto-conhecimento, ao querer superar, a querer ser melhor.

Gosto muito.

Filme ao Sábado #Feminismo

"As Sufragistas"

"Início do século XX. Apoiadas pelos conceitos iluministas de igualdade e liberdade, as mulheres passaram a reivindicar o direito de participação na política e a exigir leis mais justas que as incluíssem nas decisões parlamentares. Apesar do importante papel social, principalmente no que se refere à educação, até então elas nunca eram vistas como capazes de escolher os governantes" (mais aqui)

 Quero ver.

Filme ao Sábado #desafio

Gosto de publicar todos os dias. Manias, cada doido com as suas, a minha é olhar para o calendário e ver que publiquei todos os dias. Não é fácil, e por isso, os desafios, TAGs, posts temáticos, são uma grande ajuda, porque para além de nos dar ideias, permitem-nos refletir sobre coisas. 

Vai daí, vou ter mais um semanal, que encontrei no Pinterest

 

É sobre filmes e sai ao sábado (às 12 horas), porque é o dia que vejo filmes.

Todos os sábados vou sugerir um filme sobre o tema proposto, posso já o ter visto, ver nesse mesmo dia, ou passar para a minha lista dos "para ver", veremos já a começar daqui a nada.

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Vi “Baywatch”

Fã incurável de "Marés Vivas"*, esperava pouco de "Baywatch" nos cinemas.

 

A série teve 11 temporadas, 242 episódios... o filme era só um, pelo que, num misto de entusiasmo e pré desilusão, fui ao cinema pela primeira vez em muito tempo e fui sozinha pela primeira vez na vida (depois falo disso).

 

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Não me desiludi. Gostei do filme.

 

Fiquei com a sensação de que, quem não viu a série (há pessoas dessas?), não vai perceber metade das piadas do filme. 

Senti falta da música do genérico épico (tem um bocadinho, mas soube a pouco).

Senti falta da praia... sim, um filme sobre nadadores salvadores tem pouca praia.

 

O que nos remete para a série não é tanto a história, como poderia ser previsível, mas o humor feito à volta dos clichés, muito bem retratados no filme e o facto das personagens terem os mesmos nomes e características fundamentais das personagens "clássicas". Este ponto, era dispensável. Quem via a série está habituado a personagens novas em todas as temporadas e a ver os "clássicos" como sempre foram. Vê-los agora com outras caras é estranho e é preciso fazer um exercício de abstração desnecessário se fossem "novas" personagens.

 

No geral, o filme é bom. Não quer dizer que mereça um Óscar, mas tem ação, adrenalina, humor e amor para que seja um filme que "se vê bem".

 

*Se esta saísse inteira em DVD, naquelas caixas de colecionador, eu comprava.

Vi "O Quarto"

e gostei muito.

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Claro que, como qualquer filme baseado num livro ("O Quarto de Jack"), fica sempre um bocadinho aquém, mas confesso que me surpreendeu pela positiva.

O essencial da história está lá.

 

Tal como aconteceu com o livro, apesar de já conhecer a história e muitos pormenores, ri, chorei, sustive a respiração e suspirei de alívio.

O filme perde um bocadinho a magia da história ser contada pelo menino de 5 anos, a história precipita-se um pouco, tendo muitos pormenores que desaparecem, mas o que se perde neste aspeto, ganha-se com as interpretações de Brie Larson e Jacob Tremblay.

Ela mereceu o Óscar, ele teria merecido um também.

As três personagens estão muito bem retratadas, mãe, filho e o quarto. O quarto é, no filme e no livro, uma das "personagens" principais.

 

Se me permitem o conselho, leiam o livro e vejam o filme (por esta ordem). Não vão dar o tempo por perdido.

 

 

Vi "Mar Adentro"

Agora vou falar de cinema... Cinema é capaz de ser força de expressão, que o filme passou na RTP 2, mas é cinema na mesma, digo eu.

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"Mar Adentro"

 

Que posso dizer sobre o filme? Gostei e deixou-me a pensar nele, pelo que penso que o posso classificar como bomJavier Bardem esteve excelente.

 

Não me consegui abstrair que por trás desta história houve um Ramón Sampedro, que me lembro de ver travar uma luta na justiça para morrer com a dignidade que enfrentava a própria luta.

 

O filme, mostra a plenitude do amor e do egoísmo.

Unidos como raramente os vi, em todas as personagens.

- Um homem que não aguentava viver preso num corpo já sem vida há tanto tempo. Egoísta. Queria morrer, quase indiferente ao amor que tantos sentiam por ele. Percebo-o tão bem. Quão forte é preciso ser para aceitar sem pedir a morte a condição em que esteve 26 anos? Considero humanamente impossível.

- Familiares e amigos que queriam que ele ficasse vivo. Amor, porque seja como for o querem por perto. Egoísmo, porque não aceitam que ele já não vive e não querem permitir que parta em paz.

- Familiares e amigos que aceitam e respeitam a sua vontade, querendo ajuda-lo. Amor, porque respeitam o que ele sente e quer. Egoísmo, porque não lutam para que viva.

 

A única certeza que tenho é que não tenho a mínima ideia de que lado estaria se um dia me visse confrontada com esta situação. Percebo tão bem qualquer um dos sentimentos...

 

 

Vi "Amor Impossível"

Se eu gosto de ir ao cinema, gosto, mas é caro. Por isso aproveito o que dá na televisão e uso a faculdade de gravar ou andar para trás, para ver as coisas quando me dá jeito.

 

Este fim de semana vi "Amor Impossível".

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Os atores portugueses estão a ficar ótimos, o cinema português está cada vez melhor, mas ainda não me apaixona.

A história, tão brutal como real, é forte e difícil, prende ao ecrã mas, como em muitos casos, precipita-se no final, deixando uma sensação de "Assim? Sabe a pouco".

O título é enganador e não diz nada do que realmente se passa. Isto não é uma história de amor, longe disso. Mas em Portugal os títulos é uma cena difícil, está visto.

O balanço é positivo, não dou o tempo por perdido.

 

 

365 Fotos #1 e 2

Desafio aceite, começa já.

Aos sábados, sai uma montagem das fotos da semana. Porquê?
Porque se for para publicar todos os dias a coisa não vai correr bem.

E porque hoje é sábado, cá vai a 1ª e a 2ª fotos.

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1 - O próprio do desafio. No mínimo, aceitar este "caso" vale um café de verdade, não?

2 - As maravilhas da box: andar para trás. Hoje vi "Os Gatos não têm Vertigens" e gostei muito.

De mim, da vida... de tudo!

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