Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Blog de AlGo

De mim, da vida... de tudo.

Valha-me o "champanhe"

Não sou fã da passagem de ano.


Enquanto o mundo brinca e se diverte, fico murcha, de trombas e com um mau feitio que não se pode. Não sei se é do balanço "obrigatório" desta época, se é dos planos para o ano que aí vem... acho que é pelo facto de o minuto a seguir as 12 badaladas ser exatamente igual ao minuto antes das ditas. Devia ser diferente, ano novo devia ser diferente... e não é.

 

As celebrações são complicadas, pelo que normalmente fico por casa e este ano não foi diferente. Está frio demais para o meu gosto para me aventurar numa festa na rua e os sítios quentes são absurdamente caros.

Não há roupa nova nem roupa interior de uma cor específica, não há maquilhagem especial, nem cabelos arranjados, há comida boa, numa espécie de reedição do Natal, conversa-se, vê-se um filme, joga-se qualquer coisa... brinca-se com o Tobias, que ele sim, teve "roupa" para a festa.
Como não gosto de passas (misturadas até como, agora assim "sozinhas", não dá), não as como e, com isso, arraso logo à partida todos as possibilidades de os meus desejos se realizarem. Que "sa lixe", bebe-se espumante.
Como há quem cumpra as "regras", o Tobias teve direito às "passas" dele, que foi comendo para manter a gravata o nível tempo suficiente para umas fotos. Foi o único momento de "crueldade animal" para mim, já que o prato principal foi "paella" de legumes que estava maravilhosa. As entradas também são livres de produtos de origem animal e a sobremesa foi aletria, vegan e boa, que só comi já perto da meia noite.

Cada vez acredito mais que isto (ser vegetariana) é o que quero para mim. Foi uma resolução de 2017, feita a meio do ano, que quero manter para a vida.

 

BOM ANO pessoal, porque não importa o que fizeram na passagem de ano, importa o que farão o ano inteiro: sejam felizes.

Untitled collage (10).jpg

Untitled collage (11).jpg

 

 

Os interruptores das casas de banho...

.....são do lado de fora porquê?

Quem teve esta brilhante ideia?

Alguém me explica?

     Mas quero uma explicação lógica, prática e válida.

 

Não me digam que é uma questão de segurança, porque não é nada seguro ficar às escuras dentro da casa de banho.

 

Nem para mim nem para quem apagou a luz do lado de fora

 

#eunãosouumapessoaviolenta

Sou só eu... #7

Que olha para a "presidência dos afetos" com nervos?

Que me irrito com o Presidente da República e onde toda a gente vê amor eu vejo hipocrisia?

Que onde toda a gente vê humildade e generosidade eu vejo vaidade e uma eterna campanha eleitoral?

 

Espero ser eu a errada. 

Pedem-me que reze

Sabendo-me católica, já não é a primeira vez que alguém me pede que reze por determinada coisa, ou situação.

 

Óbvio que digo que sim e tento transmitir a força, coragem, a luz... a esperança que a pessoa precisa, mas a verdade é que em algumas dessas alturas, não o consigo fazer.

 

Não consigo rezar.

 

Para muita gente, rezar é pedir, para alguns também agradecer, mas arrisco dizer que para a maioria é pedir. Para mim não. Para mim, rezar é conversar com Deus.

Conversar implica desabafar, falar de coisas triviais, agradecer e também pedir, claro. Mas a minha relação especial com Deus, permite que me zangue com Ele e, às vezes, nem me apetece falar-Lhe.

 

Se o fizer, vou discutir.

 

Nessas alturas prefiro tentar o silêncio, mesmo o silêncio do pensamento, até que consiga encontrar a paz interior que me faça fazer as pazes com Ele, enfrenta-lo e aí sim, conversar.

 

Acho que Ele me entende porque, não raras vezes, nessa conversa, já só preciso agradecer.

 

Não, nem tudo me corre bem na vida, longe disso, mas ainda assim, olhando à minha volta, continuo a ter muito que agradecer.

Devastador e desolador

Sinto-me profundamente triste e a noção de que a minha tristeza não é nada quando comparada com a de tantas outras pessoas, faz-me sentir... vazia (à falta de melhor expressão).

Apetece-me chorar.

Por cada imagem de floresta ardida, por cada casa perdida, por cada novo balanço de vítimas.

Tantas vidas perdidas.

 

Este ano é terrível e desta vez a tragédia tem "cara", porque é muito próxima (será que é distante de alguém?).

 

São muitas as caras conhecidas que se viram envolvidas, que lutaram, que fugiram... que perderam... tanto.

 

A mãe de uma amiga luta pela vida e a minha amiga luta por se recompor e preparar para uma vida que não voltará a ser a mesma.

Esta madrugada chorei quando ouvi a chuva.

Veio tão tarde.

 

E a minha tristeza é tão pequena quando comparada com a de tantas outras pessoas...

 

 

Dilemas meus

Se eu penso que devia haver um "jogo grande" em dia de eleições?

Não, creio que não devia.

 

Se concordo que o Governo o deveria proibir?

Não, não concordo.

 

Se calhar não é bem um dilema...

De mim, da vida... de tudo!

foto do autor

AlGo à Mesa

AlGo destacado

  •  
  • Subscrever por e-mail

    A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

    Queres falar comigo? Escreve.